(psicóloga em cuidados paliativos)

“E se aqueles que nos pedem que ‘os ajudemos a morrer’ nos pedissem de facto esta proximidade, este contacto que lhes permite abandonarem-se com toda a segurança? É este contacto quente e confiante que não sabemos dar àqueles que morrem. Um contacto que não retenha, mas que liberte. Porque a proximidade é banida dos hospitais asseptizados. E se se toca num corpo é como um objecto. O calor humano está fora de questão!”