(psicóloga em cuidados paliativos)

“Muitos moribundos esperam uma palavra, um gesto de amor que lhes dêem a força e a permissão de morrer. (…) Uma voz que toca, uma mão que fala libertam. Esquecemo-lo muitas vezes. (…) Não são as últimas carícias, por meio das quais se desculpabilizam e consolam aqueles que cercam o moribundo, que pacificam e lhe dão espaço para morrer, mas sim uma presença que nada quer, nada espera, e deixa livre.”