(escritor, psiquiatra)

“…a conectividade é prioritária. Seja o leitor membro da família, um amigo/a ou terapeuta, salte para dentro da situação. Aproxime-se da maneira que lhe pareça mais apropriada. Fale do coração. Revele os seus próprios medos. Improvise. Segure fisicamente a pessoa que sofre, de maneira que lhe possa trazer maior conforto. Uma vez, há várias décadas, quando me despedia de uma paciente que estava muito próxima da morte, ela pediu que me deitasse ao seu lado na cama, por um bocadinho. Fiz como me pediu e acredito que lhe ofereci conforto. A presença é o maior presente que se pode dar a qualquer pessoa que enfrente a morte (ou a alguém fisicamente saudável mas num episódio de pânico face à morte)”