(médica geriatra, especialista em cuidados paliativos)

 

“O sofrimento de perceber a nossa mortalidade não começa somente no processo de morrer. Esse assombro já está presente na possibilidade de um diagnóstico… (…) O sofrimento, porém, é algo absoluto, único. Totalmente individual. Podemos ver as doenças repetirem-se no nosso dia a dia como profissionais de saúde, mas o sofrimento nunca se repete. Mesmo que o tratamento possa oferecer alívio para a dor, a experiência da dor passa por mecanismos próprios de expressão, percepção e comportamento. Cada dor é única. Cada ser humano é único.”