(médica geriatra, especialista em cuidados paliativos)

 

“… a vida deixada por aquela pessoa que morreu é plena de significado; afinal, a aprendizagem e a história em comum não morrem nunca. A pessoa de luto jamais será privada das lembranças e dos sentimentos. O Amor não morre com o corpo físico. O Amor permanece sempre. Se perdeu ou está a perder alguém que ama muito, faça esse exercício. Enumere o que aprendeu e, em seguida, relembre dias muito engraçados com aquela pessoa. Medite sobre as gargalhadas altas que essas lembranças desencadearão. As lágrimas que irá verter nesse exercício aliviarão muito a sua dor. As lágrimas são feitas de água salgada, como o mar. Chorar essa emoção é como tomar banho de mar de dentro para fora. Tudo pode morrer, exceto o Amor. Só o Amor merece a imortalidade dentro de nós.”