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Alguém Disse…2021-08-06T15:24:03+00:00

Últimos Posts

Porque há pessoas que se interessam pela (fim) vida.

SOGYAL RINPOCHE

(mestre espiritual budista e conferencista) "Todo o universo,... nada mais é do que mudança, atividade e processo... (...) O que é a nossa vida senão esta dança de [Ler mais...]

SOGYAL RINPOCHE

(mestre espiritual budista e conferencista) "...cada vez que as perdas e decepções da vida nos ensinam sobre a impermanência, elas aproximam-nos da verdade. (...) E se tiver o [Ler mais...]

SOGYAL RINPOCHE

(mestre espiritual budista e conferencista) "Não haveria a mínima hipótese de se familiarizar com a morte se ela acontecesse apenas uma vez. Mas felizmente a vida não é [Ler mais...]

SOGYAL RINPOCHE

(mestre espiritual budista e conferencista) "Encarar a morte não precisa de ser assustador nem mórbido. Porque não refletir na morte quando está verdadeiramente inspirado, descontraído e confortável, deitado [Ler mais...]

ANA CLÁUDIA QUINTANA ARANTES

(médica geriatra, especialista em cuidados paliativos)   “ ‘ Ele/ela não quer saber’ ou ‘Não vai ser capaz de aguentar a notícia’ ou ‘Vai ficar em depressão e [Ler mais...]

ANA CLÁUDIA QUINTANA ARANTES

(médica geriatra, especialista em cuidados paliativos)   "...saber perder é a arte de quem conseguiu viver plenamente o que ganhou um dia. Cada perda existencial, cada morte simbólica, [Ler mais...]

ANA CLÁUDIA QUINTANA ARANTES

(médica geriatra, especialista em cuidados paliativos)   "Alguns arrependimentos são puro desperdício de tempo no final da vida; não faz qualquer sentido que sejam causa de sofrimento. Muitas [Ler mais...]

ANA CLÁUDIA QUINTANA ARANTES

(médica geriatra, especialista em cuidados paliativos)   “Acompanho as pessoas até à morte natural, usando todos os recursos ao meu alcance para diminuir o seu sofrimento. (…) Eu [Ler mais...]

SOGYAL RINPOCHE

( mestre espiritual e conferencista, autor de 'O Livro Tibetano da Vida e da Morte')   "Perguntam-me muitas vezes: 'Deve-se dizer às pessoas que elas estão a morrer?' [Ler mais...]

SOGYAL RINPOCHE

( mestre espiritual e conferencista, autor de 'O Livro Tibetano da Vida e da Morte')   " 'Demonstre um amor incondicional a quem está a morrer', afirmei, mas [Ler mais...]

SOGYAL RINPOCHE

( mestre espiritual e conferencista, autor de 'O Livro Tibetano da Vida e da Morte')   "Num centro de internamento para doentes terminais que conheço, Emily, uma mulher [Ler mais...]

ANA CLÁUDIA QUINTANA ARANTES

(médica geriatra, especialista em cuidados paliativos)   "...a pessoa que morre não leva consigo a história de vida que compartilhou com aqueles que conviveram com ela, e para [Ler mais...]

ANA CLÁUDIA QUINTANA ARANTES

(médica geriatra, especialista em cuidados paliativos)   "... a vida deixada por aquela pessoa que morreu é plena de significado; afinal, a aprendizagem e a história em comum [Ler mais...]

ANA CLÁUDIA QUINTANA ARANTES

(médica geriatra, especialista em cuidados paliativos)   "A experiência de perder alguém importante tira-nos a percepção que cultivámos sobre a estabilidade, sobre a segurança do nosso mundo 'presumido', [Ler mais...]

ANA CLÁUDIA QUINTANA ARANTES

(médica geriatra, especialista em cuidados paliativos)   "Uma das aprendizagens mais fortes neste meu trabalho a cuidar de pessoas com doenças terminais é não responder a um 'porquê', [Ler mais...]

ANA CLÁUDIA QUINTANA ARANTES

(médica geriatra, especialista em cuidados paliativos)   "A melhor forma de continuarmos vivos, apesar dessas mortes que acontecem ao longo da vida, é estar presente nelas. Se vivemos [Ler mais...]

ANA CLÁUDIA QUINTANA ARANTES

(médica geriatra, especialista em cuidados paliativos)   "Somos criados e educados para controlar a expressão dos nossos sentimentos. Para isso, usamos máscaras e disfarces. Para sermos aceites, ouvidos [Ler mais...]

ANA CLÁUDIA QUINTANA ARANTES

(médica geriatra, especialista em cuidados paliativos)   "Um facto bastante frequente nos hospitais e clínicas de idosos é a severa crítica ao 'abandono' das pessoas no seu leito [Ler mais...]

ANA CLÁUDIA QUINTANA ARANTES

(médica geriatra, especialista em cuidados paliativos)   " 'Eu gostaria de ter priorizado as minhas escolhas em vez de ter feito escolhas para agradar aos outros'. Muita gente [Ler mais...]

ANA CLÁUDIA QUINTANA ARANTES

(médica geriatra, especialista em cuidados paliativos) "A experiência de fim de vida é uma experiência que tem grande poder de transcendência. A experiência de transcender é sempre sagrada. [Ler mais...]

ANA CLÁUDIA QUINTANA ARANTES

(médica geriatra, especialista em cuidados paliativos)   "Para falarmos sobre espiritualidade, precisamos de primeiro fazer um exercício de desapego daquilo que pensamos que sabemos a respeito desse assunto. [Ler mais...]

ANA CLÁUDIA QUINTANA ARANTES

(médica geriatra, especialista em cuidados paliativos)   "...não aprendemos a conversar sobre a morte na faculdade. Aliás, não aprendemos nem a conversar sobre a vida! A nossa formação [Ler mais...]

ANA CLÁUDIA QUINTANA ARANTES

(médica geriatra, especialista em cuidados paliativos)   "O facto de ter recursos leva as pessoas a acreditarem que podem mudar tudo, que podem recuperar a saúde com medicamentos [Ler mais...]

ANA CLÁUDIA QUINTANA ARANTES

(médica geriatra, especialista em cuidados paliativos)   "O desafio de fazer uma pessoa sentir-se viva não é negar o processo de morte dela. Então, se desejamos estar presentes, [Ler mais...]

ANA CLÁUDIA QUINTANA ARANTES

(médica geriatra, especialista em cuidados paliativos)   "Na condição terminal humana, é comum que todos em redor da pessoa que morre a observem como se ela já estivesse [Ler mais...]

ANA CLÁUDIA QUINTANA ARANTES

(médica geriatra, especialista em cuidados paliativos)   "O grau de presença que é preciso de desenvolver para realizar Cuidados Paliativos só pode ser alcançado com treino técnico comprometido, [Ler mais...]

ANA CLÁUDIA QUINTANA ARANTES

(médica geriatra, especialista em cuidados paliativos)   "A perspetiva subjetiva da morte é colocar-se ali, diante de um muro. Estamos a trilhar o caminho da vida, às vezes [Ler mais...]

ANA CLÁUDIA QUINTANA ARANTES

(médica geriatra, especialista em cuidados paliativos)   "Os Cuidados Paliativos que pratico há vinte anos, são esse processo de assistência para quem está na reta final. Às vezes, [Ler mais...]

ANA CLÁUDIA QUINTANA ARANTES

(médica geriatra, especialista em cuidados paliativos)   "O sofrimento de perceber a nossa mortalidade não começa somente no processo de morrer. Esse assombro já está presente na possibilidade [Ler mais...]

ANA CLÁUDIA QUINTANA ARANTES

(médica geriatra, especialista em cuidados paliativos)   "Essa conversa a respeito das diretivas antecipadas, sobre o que queremos ou não para o final da nossa vida, deveria acontecer [Ler mais...]

SOFIA ISABEL VIEIRA

(testemunho pessoal) "Faz hoje três anos e estava eu no meio do deserto da Jordânia, a fazer parte de um projecto de educação para crianças refugiadas. Faz hoje [Ler mais...]

SOFIA ISABEL VIEIRA

(testemunho pessoal) "Quando o médico disse num tom nervoso, e mesmo assim com timbre a empatia, 'infelizmente não tenho boas notícias', na minha cabeça começaram a tocar todas [Ler mais...]

ANA CLÁUDIA QUINTANA ARANTES

(médica geriatra, especialista em cuidados paliativos) "...o problema mais difícil não é a morte, é esperar por ela. O psiquiatra francês Eugène Minkowski (1885-1972), um estudioso desse 'tempo [Ler mais...]

ANA CLÁUDIA QUINTANA ARANTES

(médica geriatra, especialista em cuidados paliativos) "Conversar sobre a morte, deixar vir reflexões sobre o sentido de morrer, entregar-se aos sobressaltos de sentimentos difíceis. (...) Há tempos na [Ler mais...]

ANA CLÁUDIA QUINTANA ARANTES

(médica geriatra, especialista em cuidados paliativos) " Quem diz ter medo da morte deveria ter um medo mais responsável. Quem sabe poderíamos dizer que deveriam ter respeito pela [Ler mais...]

ANA CLÁUDIA QUINTANA ARANTES

(médica geriatra, especialista em cuidados paliativos) "Estar presente ao lado de alguém que precisa de Cuidados Paliativos não é viver pela pessoa o que ela tem para viver. [Ler mais...]

ANA CLÁUDIA QUINTANA ARANTES

(médica geriatra, especialista em cuidados paliativos) "O processo de morrer pode ser muito doloroso para a maioria das pessoas , principalmente pela falta de conhecimento e habilidade dos [Ler mais...]

ANA CLÁUDIA QUINTANA ARANTES

(médica geriatra, especialista em cuidados paliativos) "Preciso de manter uma atenção plena em cada gesto e ser muito cuidadosa com as minhas palavras, com o meu olhar, com [Ler mais...]

ANA CLÁUDIA QUINTANA ARANTES

(médica geriatra, especialista em cuidados paliativos) "Diante de uma doença grave e de caminho inexorável em direção à morte, a família adoece também.(...) As consequências da experiência da [Ler mais...]

IRVIN D. YALOM

(escritor, psiquiatra) "Os meus amigos muitas vezes questionavam-me sobre o que andava a fazer. Respondia que escrevia sobre como ultrapassar o terror da morte. Fim da conversa. Salvo [Ler mais...]

IRVIN D. YALOM

(escritor, psiquiatra) "Nalguma altura da vida – por vezes na juventude, outras, bem mais tarde -, cada um de nós acorda para a sua mortalidade. Há tantos propulsionadores: [Ler mais...]

IRVIN D. YALOM

(escritor, psiquiatra) "Os amigos podem agradecer o que ele/ela fizeram por eles, e declarar como esses gestos foram para eles importantes. Mas o fundamental aqui não é um [Ler mais...]

IRVIN D. YALOM

(escritor, psiquiatra) “Muitos monges dos tempos medievais guardavam uma caveira humana nas suas celas, para facilitar a concentração do pensamento na mortalidade e nas lições que dela advêm [Ler mais...]

IRVIN D. YALOM

(escritor, psiquiatra) "Até para aqueles que sofrem de um bloqueio enraizado que os impede de se abrirem aos outros – aqueles que evitam amizades profundas -, a ideia [Ler mais...]

IRVIN D. YALOM

(escritor, psiquiatra) "…a conectividade é prioritária. Seja o leitor membro da família, um amigo/a ou terapeuta, salte para dentro da situação. Aproxime-se da maneira que lhe pareça mais [Ler mais...]

IRVIN D. YALOM

(escritor, psiquiatra) "Alice, no fundo de todos os nossos sentimentos sobre a morte há um medo biológico que está imbuído em nós, que faz parte da nossa estrutura. [Ler mais...]

IRVIN D. YALOM

(escritor, psiquiatra) "…Agnes, uma mulher às portas da morte, inundada pelo terror e pelas dores, suplica por contacto humano. As suas duas irmãs estão profundamente afectadas pelo sofrimento [Ler mais...]

IRVIN D. YALOM

(escritor, psiquiatra) "A solidão potencia a angústia de morrer. Demasiadas vezes, a nossa cultura cria cortinas de silêncio e isolamento em redor dos que morrem. Na sua presença, [Ler mais...]

IRVIN D. YALOM

(escritor, psiquiatra) "Perdi o meu amado pai há já dois anos e desde então tenho experimentado um crescimento interior absolutamente imprevisível. Até então questionava muitas vezes a minha [Ler mais...]

IRVIN D. YALOM

(escritor, psiquiatra) "…Bárbara teve uma revelação que lhe permitiu uma nova forma de encarar a morte. Talvez a morte não fosse bem a aniquilação total. Talvez não fosse [Ler mais...]

IRVIN D. YALOM

(escritor, psiquiatra) "Redigir um testamento obriga, evidentemente, a pensar na morte, a fazer uma avaliação do que se foi, à medida que se discute ou pondera como distribuir [Ler mais...]

IRVIN D. YALOM

(escritor, psiquiatra) "Os reencontros com antigos colegas particularmente depois de vinte e cinco anos, são experiências potencialmente ricas. Nada torna o ciclo de vida mais palpável do que [Ler mais...]

IRVIN D. YALOM

(escritor, psiquiatra) “ ’…porque é a morte tão aterrorizadora? O que especificamente a assusta na morte?’ Júlia respondeu de chofre: ‘Por tudo o que não terei feito!’ (…) [Ler mais...]

IRVIN D. YALOM

(escritor, psiquiatra) "Muitos relatos de mudanças dramáticas e duradouras, catalisadas por um confronto com a morte, reforçam este ponto de vista. Enquanto trabalhava intensamente, ao longo de um [Ler mais...]

MIGUEL ESTEVES CARDOSO

(crítico, escritor e jornalista) "Comportamo-nos como se as pessoas de quem gostamos fossem durar para sempre. Em vida não fazemos nunca o esforço consciente de olhar para elas [Ler mais...]

RUBEM ALVES

(poeta, cronista, ensaísta, teólogo, professor universitário e psicanalista) “Dizem as escrituras sagradas: 'Para tudo há o seu tempo. Há tempo para nascer e tempo para morrer'. A morte [Ler mais...]

ANA INFANTE

(doula, assessora lactação, enfermeira em cuidados paliativos) "Para a maior parte das pessoas é difícil falar de morte. Acho que para a maior parte de nós, é difícil [Ler mais...]

MARIE DE HENNEZEL

(psicóloga em cuidados paliativos) "O mundo que nos rodeia não nos ensina a morrer. Tudo é feito para esconder a morte, para nos incitar a viver sem pensar [Ler mais...]

MARIA GALVÃO

(médica de família) "Não me consigo lembrar da primeira vez em que vi a Maria. Parece-me que ela sempre existiu. Lembro-me da forma como brincávamos quando eu era [Ler mais...]

MARIE DE HENNEZEL

(psicóloga em cuidados paliativos) “Max, a sua mãe, acaba de completar os 84 anos quando, bruscamente, compreende que a sua vida acabou. É numa sexta-feira. Regressa do mercado [Ler mais...]

MARIE DE HENNEZEL

(psicóloga em cuidados paliativos) “Se há tão poucos pedidos de eutanásia nas unidades de cuidados paliativos, não é só porque a dor aí seja mais aliviada ou porque [Ler mais...]

MARIE DE HENNEZEL

(psicóloga em cuidados paliativos) “E se aqueles que nos pedem que ‘os ajudemos a morrer’ nos pedissem de facto esta proximidade, este contacto que lhes permite abandonarem-se com [Ler mais...]

MARIE DE HENNEZEL

(psicóloga em cuidados paliativos) “Quando as palavras já nada podem, quando o silêncio se impõe, só uma presença tranquila, gestos inspirados apenas na compaixão, podem ainda dar a [Ler mais...]

MARIE DE HENNEZEL

(psicóloga em cuidados paliativos) “Uma casa silenciosa no bosque. Tudo está na bruma. Uma mulher morre e o filho acompanha-a. O homem é jovem e sólido. Ei-lo que [Ler mais...]

MARIE DE HENNEZEL

(psicóloga em cuidados paliativos) “No ser humano, a respiração exprime sem cessar o estado de alma e as emoções profundas. No agonizante que luta contra a morte observa-se, [Ler mais...]

MARIE DE HENNEZEL

(psicóloga em cuidados paliativos) “Muitos moribundos esperam uma palavra, um gesto de amor que lhes dêem a força e a permissão de morrer. (…) Uma voz que toca, [Ler mais...]

MARIE DE HENNEZEL

(psicóloga em cuidados paliativos) “Porque é que as pessoas que querem morrer têm tanta dificuldade em deixar-se morrer? A vontade de morrer parece ser em si um obstáculo [Ler mais...]

GLORION

“Vejam, a minha mãe morreu de velhice com a idade de 101 anos. Começou por deixar a sua poltrona para ficar na cama. Depois disse que já não [Ler mais...]

MARIE DE HENNEZEL

(psicóloga em cuidados paliativos) “A questão de saber dar permissão de morrer extravasa largamente o problema da reanimação. Pergunta-se se se pode ainda, na nossa época, morrer de [Ler mais...]

MARIE DE HENNEZEL

(psicóloga em cuidados paliativos) “Ao invés de mudar a lei, poderíamos trabalhar para mudarmos a nossa atitude face à morte…Temos tanto medo de ver os outros morrer que [Ler mais...]

MARIE GABRIELLE HENTGEN

(enfermeira) “Não somos todos nós vulneráveis, mortais, logo sofredores? O sofrimento é qualquer coisa de humano, de vivo. Viver com plenitude é aceitar isso. Ora demasiadas vezes se [Ler mais...]

MARIE DE HENNEZEL

(psicóloga em cuidados paliativos) “O alívio e a transformação da angústia só são possíveis quando assistente e assistido se conseguem encontrar, humildemente no mesmo terreno da experiência humana, [Ler mais...]

MARIE DE HENNEZEL

(psicóloga em cuidados paliativos) “Não se pode pretender ajudar alguém que sofre sem assumir, em primeiro lugar, o seu próprio sofrimento. (…) Todo o enfermeiro confrontado com a [Ler mais...]

MARIE DE HENNEZEL

(psicóloga em cuidados paliativos) “Poderá a compaixão ser ensinada? Poder-se-á ensinar uma enfermeira a sentar-se à cabeceira de um moribundo em aflição, a deixar cair as suas barreiras [Ler mais...]

FÁBIO RODRIGUES

(professor do programa Cultivating Emotional Balance) "Se o vislumbre da morte não nos chacoalha ou se nem lembramos direito da impermanência e da óbvia e natural mortalidade, nossa [Ler mais...]

CHOKYI NYIMA RINPOCHE

(professor budista tibetano, mestre em meditação) "O objetivo de refletir sobre a impermanência não é nos deixar tristes. Mas, sem a tristeza de saber que nada perdurará, nunca [Ler mais...]

MARIE DE HENNEZEL

(psicóloga em cuidados paliativos) "Porque existe uma maneira de 'cuidar' do corpo que faz que se esqueça precisamente que se trata de um corpo arruinado, pois é a [Ler mais...]

MARIE DE HENNEZEL

(psicóloga em cuidados paliativos) "...acontece muitas vezes ficarmos submergidos. É sem dúvida também o preço a pagar para não ficarmos insensíveis e permanecer simplesmente humanos."

MARIE DE HENNEZEL

"A assistência é uma missão de compromisso e de amor. Uma missão eminentemente humana. Não nos podemos entrincheirar na bata profissinal, quer sejamos médicos, enfermeiros ou psicólogos. Não [Ler mais...]

MARIE DE HENNEZEL

"Criar uma ambiência calorosa e calma em volta de um doente angustiado é, sem dúvida alguma, o melhor que podemos fazer por ele." MARIE DE HENNEZEL (psicóloga em [Ler mais...]

MARIE DE HENNEZEL

"...descobre uma dimensão da humanidade que não julgava possível. Estas longas horas de imobilidade no leito são para ele a ocasião de meditar sobre a vida, a sua, [Ler mais...]

MARIE DE HENNEZEL

"Acabe-se com a pergunta 'porquê', como diz Louis, não há nada a compreender. Interrogar-se sobre o 'para quê', sobre a finalidade de um sofrimento, parece, com efeito, ser [Ler mais...]

MARIE DE HENNEZEL

"...uma aproximação táctil, um 'tocar' na pessoa, que lhes permite sentirem-se inteiros e plenamente vivos. Como se fosse necessário envolver essa pele dolorida de um corpo moribundo numa [Ler mais...]

MARIE DE HENNEZEL

"Este contacto de alma com alma, é necessário ousá-lo, propô-lo, vivê-lo. (...) O universo de Louis encolheu, sem dúvida. O seu corpo está quase em vias de desaparecer. [Ler mais...]

MARIE DE HENNEZEL

"Que sentido pode ter a sua vida, agora que já não consegue ler, nem exprimir um pensamento coerente? Alguns dirão que uma vida que já não nos permite [Ler mais...]

MARIE DE HENNEZEL

"Não sabia, ao fazer esta escolha, quanto a proximidade do sofrimento e da morte dos outros me iria ensinar a viver de outra maneira, mais consciente e intensamente. [Ler mais...]

MARIE DE HENNEZEL

"A vida ensinou-me três coisas: a primeira é que não impedirei nem a minha morte nem a dos meus próximos. A segunda é que o ser humano não [Ler mais...]

MARIE DE HENNEZEL

"Descobre graças à doença, o prazer de que se ocupem dele." MARIE DE HENNEZEL (psicóloga em cuidados paliativos)

MARIE DE HENNEZEL

"Quando a morte está tão perto, quando a tristeza e o sofrimento dominam, pode haver ainda vida, alegria, sobressaltos de alma de uma profundidade e intensidade por vezes [Ler mais...]

MARIE DE HENNEZEL

"Se a morte nos angustia tanto, não será por nos remeter às verdadeiras questões, aquelas que frequentemente abafamos, com a ideia de as considerar mais tarde, quando formos [Ler mais...]

MARIE DE HENNEZEL

"Escondemos a morte como se ela fosse vergonhosa e suja. Vemos nela apenas horror, absurdo, sofrimento inútil e penoso, escândalo insuportável, embora ela seja o momento culminante da [Ler mais...]

ATUL GAWANDE

“O pavor da doença e da velhice não é só o pavor das perdas que nos vemos obrigados a suportar; é também o pavor do isolamento. À medida [Ler mais...]

ATUL GAWANDE

“Os profissionais médicos concentram-se em reparar a saúde e não em dar sustento à alma. No entanto – e é este o doloroso paradoxo -, decidimos que devem [Ler mais...]

ATUL GAWANDE

“Pelo menos dois tipos de coragem são necessários na velhice e na doença. O primeiro é a coragem de enfrentar a realidade da mortalidade: a coragem de procurar [Ler mais...]

ATUL GAWANDE

“A sociedade tecnológica esqueceu aquilo a que os estudiosos chamam o ‘papel do moribundo’ e a sua importância para as pessoas à medida que a vida se aproxima [Ler mais...]

ATUL GAWANDE

“Os líderes do programa tinham a impressão de terem simplesmente dado a pessoas extremamente doentes alguém experiente e conhecedor para elas conversarem sobre as suas preocupações do dia-a-dia. [Ler mais...]

ATUL GAWANDE

“ ‘Tem de perceber’, explicou-me Block, ‘que uma reunião com uma família é uma intervenção e requer tanta perícia como uma cirurgia.’ (…) Para a maior parte dos [Ler mais...]

ATUL GAWANDE

“Não me agrada a ideia de dar a entender que os finais se podem controlar. Nunca ninguém tem verdadeiramente o controlo. A física, a biologia e o acaso [Ler mais...]

ATUL GAWANDE

“Se mudamos, com a idade, e começamos a apreciar mais os prazeres e relações de todos os dias e menos o processo de conquistar, ter e obter, e [Ler mais...]

ATUL GAWANDE

“A diferença entre os cuidados médicos comuns e os Cuidados Paliativos não é a diferença entre tratar e não fazer nada, explicou. A diferença encontrava-se nas prioridades. Na [Ler mais...]

RUBEM ALVES

"Doutor, agora que estamos sozinhos, quero fazer-lhe uma pergunta: vou escapar desta? Mas, por favor, não responda agora, porque sei o que vai dizer. Vais desconversar e responder: [Ler mais...]

PAULA CARNEIRO

“No caminho da nossa existência deparamo-nos constantemente com a dor e o sofrimento. É uma realidade inerente ao facto de sermos humanos, de termos um corpo, de sermos [Ler mais...]

CARLA OLIVEIRA

“Partilhamos as angústias, os medos, as lágrimas, as histórias de família com todos e ninguém nos abandonou no meio desta tempestade devastadora. Tudo isso fez dos nossos dias, [Ler mais...]

JOANA MEGRE

“Todos sabiam o nome da minha mãe, todos sabiam o meu nome, todos sabiam os pequenos problemas com que nos deparávamos diariamente e sempre fizeram o possível para [Ler mais...]

EDUARDO CARQUEJA

“Ser psicólogo em Cuidados Paliativos é bem diferente de ser psicólogo noutro contexto, noutra área da saúde, seja ela especificamente clínica ou da saúde. Esta relação psicólogo-doente/família assenta [Ler mais...]

LUÍS MOREIRA

“ ‘O quarto estava na penumbra. Entrei, falei contigo e a resposta foi o silêncio. Tinhas os olhos fechados e respiravas com dificuldade. Sentei-me ao teu lado na [Ler mais...]

JOEL FERREIRA

“Refiro com tristeza que, sempre que digo a alguém que trabalho numa unidade de Cuidados Paliativos, a primeira resposta que recebo é uma expressão facial algures entre a [Ler mais...]

JOSÉ ANTÓNIO PINHO

“Ali abre-se a porta do coração de todos os que lá trabalham a todos os que lá entram. Ali, respira-se vida e não morte como se pensa ainda. [Ler mais...]

CARLA REIGADA

“Todo o trabalho de equipa permite manter o doente onde ele quer ser cuidado e por quem quer ser cuidado, mesmo que tal nos pareça impossível. Acredito até [Ler mais...]

PAULO PASCOAL

“A civilização ocidental (ainda) não pratica uma educação para a Vida, e nunca o fará enquanto persistir em omitir e esconder a Morte. Somos capazes de olhar olhos [Ler mais...]

CARLA PAIVA

“…tenho tido a oportunidade de dar o meu contributo e enriquecer os meus conhecimentos acerca da dignidade humana e da grandiosidade do Ser Humano, que não se esgota [Ler mais...]

IGOR MIGUEL NUNES

“Os doentes não vão ao serviço para morrer – vi vários doentes a terem alta. Os doentes internados não são todos idosos – várias doenças como as demências [Ler mais...]

ISABEL GALRIÇA NETO

“Incomoda-me muito – e, porque não dizê-lo, revolta-me – ver como, ao fim destes anos de trabalho de um núcleo de pessoas tão empenhadas, em que tantos conhecimentos [Ler mais...]

MARIA APARÍCIO

“Desde a minha infância que tenho consciência de que não somos eternos, mas sempre recusei isso de ‘não há nada a fazer’… Nem que seja a última coisa [Ler mais...]

LAURINDA ALVES

“Conheci e acompanhei dezenas de pessoas com diferentes idades na Unidade de Cuidados Paliativos do Hospital da Luz. Algumas morreram, mas outras não, e esta certeza de que [Ler mais...]

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