Pali-Ativo

Descubra e acompanhe este projeto especial.

Este é um blog para falar da importância dos cuidados paliativos. Que mais do que falar, quer ser ativo. Ajudar cada um de nós a pensar a morte, a sua e a dos seus. Ajudar por isso, cada um a pensar a vida, a sua e a daqueles que lhe são queridos. A pensarmos o mundo, com a morte lá dentro e não colocando-a de fora como sendo um bicho papão.

Que este blog nos possa ajudar a viver melhor, a cuidar melhor do mistério que é a vida. A não termos medo de pensar, de decidir, de escolher dentro daquilo que nos é permitido fazer. E nós temos tanto para fazer, não nos acobardemos. Como diz uma música da Mafalda Veiga: “Não sabemos nada do que somos nós, mas sabemos tanto do que muda, por não estarmos sós”.

Porque acredito, que como enfermeira em cuidados paliativos, da minha experiência de alguns anos, que a medicina pode ser uma grande ajuda no alívio dos sintomas e do sofrimento. Mas também tenho aprendido que a morte de cada um é um trabalho de casa diário. Assim como acredito que é um trabalho e responsabilidade de cada um saber bem acompanhar/amar uma pessoa na hora da despedida.

Temos um papel importante na forma como vivemos, que se refletirá na forma como um dia morremos (se na hora estivermos capazes e conscientes dela).

Sabias que…

Alguém Disse…

IRVIN D. YALOM

Outubro 27th, 2020|Alguém Disse, Uncategorized|

(escritor, psiquiatra) "Os amigos podem agradecer o que ele/ela fizeram por eles, e declarar como esses gestos foram para eles importantes. Mas o fundamental aqui não é um mero agradecimento. A mensagem verdadeiramente eficaz, a [Ler mais...]

IRVIN D. YALOM

Outubro 20th, 2020|Alguém Disse, Uncategorized|

(escritor, psiquiatra) “Muitos monges dos tempos medievais guardavam uma caveira humana nas suas celas, para facilitar a concentração do pensamento na mortalidade e nas lições que dela advêm para a conduta no seu dia-a-dia. Montaigne, [Ler mais...]

IRVIN D. YALOM

Outubro 13th, 2020|Alguém Disse|

(escritor, psiquiatra) "Até para aqueles que sofrem de um bloqueio enraizado que os impede de se abrirem aos outros – aqueles que evitam amizades profundas -, a ideia da morte pode ser uma experiência de [Ler mais...]

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